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sábado, 15 de junho de 2013

Os Tipos de Beijo

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Nada melhor do que um bom beijo, para apimentar ainda mais a relação. Foi selecionados alguns tipos de beijo para você ficar por dentro e saber aproveitar cada um com seu parceiro(a).
Beijo de lado: Quando as cabeças das duas pessoas se inclinam em direções opostas e o beijo é produzido nessa postura. É um dos mais comuns entre os casais;
Beijo inclinado: Quando um dos dois coloca a cabeça para trás e a outra pessoa, que a segura pelo queixo, a beija. A doçura e o afeto são as emoções principais que são transmitidas com esse beijo. Um beijo desse tipo é apropriado para as preliminares, quando se prefere fazer sexo com lentidão e de frente;
Beijo direto: Quando você chupa o lábio do outro como se fosse uma fruta suculenta;
Beijo pressão: É um selinho para quem curte um pouco de dor, afinal, não há contato entre línguas, porém rola uma pressão entre os dentes e os lábios;
Beijo superior: Aquele beijo em que você morde o lábio superior da pessoa e ela devolve com um beijo no lábio inferior;

Beijo broche: Quando um dos dois se prende aos lábios do outro com a boca;
Beijo palpitante: É quando se dá milhares de selinhos percorrendo toda a boca;
Beijo contato: Quando a língua toca suavemente a boca do outro e faz apenas contato com os lábios.
Beijo para acender a chama: É o beijo na junção dos lábios; costuma ser dado no meio da noite para incendiar a paixão.

Beijo para distrair: O beijo ideal para chamar a atenção do parceiro; a famosa chuva de beijos, percorrendo o corpo todo;
Beijo nominal: Beijo seguido de carinho com os dedos nos lábios;
Beijo com os cílios: Como o próprio nome sugere, beijos nos cílios;
Beijo com um dedo: Quando se percorre a boca do outro por dentro e por fora com um dedo;
Beijo com dois dedos: Usa-se dois dedos, molha-os nos lábios do outro e faz uma pressão sobre sua boca;

Beijo que desperta: O famoso beijo na testa enquanto o outro está dormindo para despertá-lo;
Beijo que demonstra: Beijo na mão ou no pescoço, principalmente quando em público;
Beijo da lembrança: após a relação sexual, deita-se na coxa do outro e distribui beijos na coxa ou no pé;
Beijo transferido: Quando, na presença do parceiro, se beija outra pessoa, olhando para ela como se o beijo fosse para a parceira;
Beijo choroso: É produzido quando um dos dois sente tanta falta do outro, que na ausência beija 

Beijo viajante: Ainda que pareça que os beijos sempre costumam se centralizar na boca, colocar os lábios em outras partes do corpo é uma forma de excitação garantida;
Beijo no peito: Beija-se com os lábios, suavemente e com um pouco de saliva. Depois, intensifica-se a pressão e pode-se pegar os seios com os dentes e fazer pressão;
Beijo sem pressa: A chave é prestar total atenção no corpo do outro. Quanto mais controle você tiver e mais se concentrar em acariciar e beijar cada canto do corpo, mais intensa será a sensação de prazer para ambos;
Mordida de Javali: O rastro que deixa na pele são como filas indianas, muito próximas umas das outras e com intervalos vermelhos como as pegadas que costumam ser deixadas pelos javalis no barro. É uma mordida que costuma ser feita no ombro. Veja outros assuntos Aqui

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FOTOS do Ator Caio Castro

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Na manhã desta quarta-feira (12), está rolandouma foto do ator Caio Castro. Esta não é a primeira vez que ele é vítima. No dia 6 de junho de 2012, o ator da TV Globo apareceu em uma foto ousada, segurando um celular com um case do Mickey. A assessoria de imprensa do ator afirmou ao Terra que trata-se de uma montagem mal feita e que já estão “tomando as devidas medidas judiciais cabíveis”.Atualmente, o ator está no ar como o personagem Michel, em Amor à Vida, e tem vivido cenas com a atriz Maria Casadevall. Veja as fotos aqui.
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quarta-feira, 20 de março de 2013

Períneo: importante para a saúde, o sexo e o parto

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Uma parte do seu corpo que pode parecer insignificante tem importância enorme para garantir a saúde geral, sexual e também ajudar na hora do parto. O períneo, que poucos conhecem ou sabem onde fica, é o responsável por sustentar os órgãos abdominais, garantir mais prazer no sexo e diminuir dores da contração.

“Além dessas funções, ele serve para controlar a saída da urina, das fezes e dos gases”

“Nas mulheres, ele está localizado entre a vulva e o ânus e, nos homens, entre o saco e o ânus”.

Para garantir que o períneo funcione bem e permita essas vantagens, é preciso que ele esteja fortalecido, o que é possível fazer com alguns exercícios.

São contrações voluntárias e repetidas da vagina, com movimentos como se a mulher fosse prender a urina.

Nos homens é diferente e um urologista pode auxiliar. Mas, atenção! As atividades só devem ser feitas com indicação médica. Forçar demais o músculo do períneo pode causar fadiga e acabar promovendo o efeito contrário, deixando o local ainda mais frágil”.

No sexo, potencializa os orgasmosAtingir o ápice do prazer pode ser mais fácil se o períneo estiver saudável. Isso porque ele aumenta as contrações da vagina que acontecem durante o orgasmo, as deixa mais intensas, garantindo o gozo das mulheres e também dos homens, que sentem mais tesão quando o pênis é apertado pelos movimentos do órgão feminino.

Essa região ainda é rica em vasos sanguíneos e, por isso, se torna altamente sensível. “Ele incha com a excitação, aumenta a irrigação e a sensibilidade e o ponto pode se transformar em uma zona erógena para homens e mulheres”.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Ejaculação feminina - Quem consegue chegar lá?

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Ejaculação feminina é um assunto controverso: alguns especialistas dizem que existe, outros teimam em dizer que não (apesar dos estudos e depoimentos que provam o contrário), e há ainda quem diga que pode acontecer, sim, mas nem sempre da maneira como as pessoas imaginam.

As discordâncias não param por aí: parte dos estudiosos defende que a ejaculação é para todas, mas fatores como bloqueio psicológico e estimulação indevida impedem que a maioria chegue lá. Tem também os que acreditam que a “proeza” depende de fatores puramente fisiológicos, e que são poucas as sortudas que têm a capacidade. Sortudas, sim, pois existe também a teoria de que o orgasmo seguido de ejaculação é mais intenso.

Para piorar a situação, os estudos científicos sobre o assunto são escassos e pouco conclusivos. É o que explica a ginecologista Dra. Glene Rodrigues Faria: “Não existe, ainda, um consenso científico sobre o assunto. Os dados que temos são de pesquisas, de entrevistas com mulheres.”

No entanto, a especialista cita um estudo sobre a anatomia feminina que comprovou a existência das glândulas parauretrais, duas estruturas localizadas de cada lado da uretra que seriam as responsáveis pela expulsão do líquido durante o orgasmo. Em 2002, o Comitê Internacional de Nomenclatura Anatômica (FICAT, na sigla em inglês) rebatizou a estrutura de próstata feminina.

“A ejaculação feminina é semelhante à masculina: quando a mulher tem o orgasmo, há uma contração dessa glândula, que vai liberar um líquido semelhante ao sêmen, porém, sem espermatozoides”, esclarece Dra. Glene.

Segundo ela, não são todas que conseguem ejacular, por duas razões: a primeira é que apenas algumas mulheres nascem com as glândulas parauretrais completamente formadas. Quando elas não se desenvolvem, ficam fechadas e não têm capacidade de produzir ou expelir o líquido.
A segunda razão é que a ejaculação estaria diretamente ligada com a estimulação do ponto G, algo que nem toda mulher possui. “Em termos de pesquisa, de cada 100 mulheres que têm orgasmos, 30 tem o vaginal [o mais comum é o clitoriano]. Isso significa que apenas 30% das mulheres teriam o ponto G, e, portanto, a capacidade de ejacular”, esclarece. Segundo descreve Dra. Glene, o ponto G é a área colada à parede superior da vagina, logo na entrada, antes da uretra (veja ilustração abaixo). Somente sua estimulação causaria a contração dos músculos pélvicos, levando à expulsão do líquido prostático feminino.

Para aquelas que possuem a zona erógena, fica mais fácil de encontrá-la quando a mulher está bem excitada, pois, assim como o pênis fica ereto por conta do maior fluxo de sangue que recebe durante a estimulação, a região pélvica da mulher também recebe mais sangue nesta circunstância e, assim, o ponto G incha, ficando mais fácil de ser encontrado e estimulado, além de mais sensível ao toque.

A especialista chama atenção para um ponto que, segundo ela, causa confusão nas mulheres. “O líquido é expelido em forma de jato pelo canal da uretra e não tem cheiro nem cor. Muitas pacientes vêm ao consultório porque começaram a ter ejaculações e pensam que estão urinando, mas essa é uma forma de diferenciar”, explica, ressaltando que é impossível fazer xixi e gozar ao mesmo tempo.

Ela ainda conta que, de acordo com o que observou em consultas, as mulheres que conseguem ejacular, além do orgasmo vaginal, apresentam também lubrificação excessiva, o que pode ser um indicativo de excitação maior, e orgasmos múltiplos. Ainda de acordo com ela, o orgasmo seguido de ejaculação seria mais intenso e prazeroso.

A Dra. Glene ressalta que, apesar dos números restritivos, a ejaculação feminina é uma descoberta da mulher. “Tem paciente minha de 40 anos que nunca tinha tido um orgasmo vaginal e passou a ter com o estímulo adequado, e paciente que começou a ter ejaculação depois de um certo tempo. São descobertas que são feitas na medida em que a mulher vai conhecendo sua sexualidade”, explica a especialista, que ainda indica a masturbação, caso seja algo natural para a mulher, como forma de descobrir as zonas mais sensíveis.

Debate
Outros estudos sugerem que, ao contrário do que expõe Dra. Glene, todas as mulheres possuem a próstata desenvolvida e, portanto, são capazes de produzir o fluído prostático feminino e ejacular. A estimulação do clitóris aumentaria a produção deste líquido, mas, assim como defende a ginecologista, somente a estimulação do ponto G causaria a ejaculação. Outros especialistas ainda defendem que o fluído nem sempre é expelido em forma de jato – ele pode simplesmente escorrer para fora da uretra ou ir para a bexiga, onde irá se misturar com outros líquidos e ser descartado em forma de urina.
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